O PDT deu sinal verde para a criação de uma federação partidária envolvendo também o Solidariedade, o Avante e o PRD. A aliança une quatro siglas que somam 18 deputados federais eleitos no pleito de 2026, com o propósito central de fortalecer a presença política do bloco e garantir o cumprimento da cláusula de desempenho.
Estratégia contra a cláusula de barreira
Pelas normas vigentes, as legendas precisam atingir patamares mínimos de votação para garantir recursos do Fundo Partidário e tempo de rádio e TV. A união permite que os partidos unifiquem seus resultados nas urnas para atingir as exigências legais com mais facilidade.
Próximos passos e ampliação do bloco
O processo de oficialização ainda exige o aval do Diretório Nacional do PDT e a homologação final pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além disso, as siglas articulam a chegada do PSB ao grupo, o que elevaria a bancada combinada para 33 parlamentares na Câmara dos Deputados.
Conforme a legislação brasileira, os partidos que integram uma federação devem caminhar lado a lado tanto nas disputas eleitorais quanto na atuação parlamentar por um prazo mínimo de quatro anos, mantendo sincronia absoluta em âmbito nacional durante todo o período.




